Família · Afeto · Memória
Os laços que acompanham uma vida.
A família Marchezine: vínculos de amor, convivência e pertencimento.
A família Marchezine
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Família e presença
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Sóstenes Marchezine é esposo de Natália Carneiro Marchezine, pai de Arthur Carneiro Marchezine e tutor de Bingo, companheiro da família.
É filho de Márcia Maria Marchezine de Araújo Santos, cuja memória é homenageada nesta página, e de Antônio Pereira Duque dos Santos. É irmão de Sheila Marchezine.
Euclides e Rose, seus sogros, têm também um lugar de pais em sua vida, unidos a Sóstenes por laços de amor e afeto.
João Batista Lenza e Joana Lenza são padrinhos de Sóstenes e de Natália e integrantes especiais da família.
Pelo lado materno, é neto de Marlene e Vitório, ambos in memoriam. Pelo lado paterno, é neto de Antônio, in memoriam, e de Alda.
Casamento de Sóstenes e Natália
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Sóstenes e Natália · Amor · Vida compartilhada
O casamento: um capítulo especial da história da família.
O casamento de Sóstenes Marchezine e Natália Carneiro Marchezine tem um lugar de destaque na memória familiar. Um registro para celebrar o amor, o compromisso e os laços que dão sentido à vida compartilhada.
Sheila Marchezine: música e fé
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Família Marchezine · Sheila · Música gospel
Sheila Marchezine: família e música gospel.
Sheila Marchezine, irmã de Sóstenes, é cantora gospel. Este registro com fala do bispo Abner Ferreira foi indicado para sua seção na memória da família.
Assistir ao registro no YouTubeUm encontro para guardar no coração
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Antônio Duque · 69 anos · Salvador–Brasília
Em setembro de 2026, Sóstenes registrou uma celebração especial: seu pai, Antônio Pereira Duque dos Santos, veio de Salvador a Brasília, dirigindo, para reunir a família em seu aniversário de 69 anos. As conversas, as memórias compartilhadas e os aprendizados reforçaram o significado de sua presença.
O relato expressa gratidão pelo esforço de estar junto e pelo afeto que atravessa gerações.
Vínculos e memórias com Popó
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Arthur: documento e memória do acolhimento
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Arthur · Memória do cuidado · 2018
Primeiro laudo médico de Arthur.
O relatório do Hospital Universitário de Brasília, de 25 de maio de 2018, integra a memória familiar do início do acompanhamento neurológico infantil de Arthur. É um registro histórico do cuidado e da atenção às suas necessidades naquele momento.
Para a família, essa trajetória se constrói com presença, escuta e acolhimento. Arthur é reconhecido em sua singularidade, em seus vínculos e em cada descoberta — uma história de vida que vai além de qualquer documento.
A cópia pública preserva o conteúdo do relatório e oculta a identificação pessoal manuscrita. O original permanece preservado.
Arthur: amor que escuta e presença que acolhe.
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Arthur · Família · Conscientização sobre o autismo
Arthur tem um lugar próprio na história da família: nas descobertas, nos encontros e no afeto de cada dia. O registro escolhido por Sóstenes aproxima esse vínculo de uma mensagem de respeito, compreensão e inclusão.
Conscientizar é aprender a escutar, reconhecer diferentes formas de perceber e se comunicar e construir espaços de pertencimento. É olhar para cada pessoa com atenção à sua singularidade, aos seus interesses e às suas possibilidades.
Na família, o amor se expressa na presença e no cuidado. Na convivência social, esse compromisso pede informação, acolhimento e enfrentamento do preconceito. A inclusão se constrói nos gestos cotidianos, nas oportunidades e no respeito à dignidade de cada pessoa.
No Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, em 2 de abril de 2026, Sóstenes compartilha um momento de Arthur e celebra o acolhimento profissional que respeita seu tempo e acompanha suas descobertas. A mensagem reconhece cada tentativa, som e conquista como motivo de esperança e afeto. Por trás de cada diagnóstico há uma história, uma família e possibilidades: o registro convida à escuta e ao cuidado com a singularidade de cada pessoa.
Arthur e família: conscientização sobre o autismo
Conferir publicação original no InstagramPublicação selecionada pela família para esta homenagem e reflexão.
Arthur: os significados nas coisas mais simples
Conferir publicação original no InstagramArthur: gratidão pela paternidade
Conferir publicação original no InstagramSóstenes: CMT, deficiência e inclusão
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Sóstenes · CMT · Deficiência · Neurodiversidade
Sóstenes Marchezine é pessoa com deficiência decorrente da doença de Charcot-Marie-Tooth, conhecida como CMT. Sua experiência integra a história da família e o compromisso com dignidade, autonomia e participação.
A CMT afeta os nervos periféricos. No cotidiano, a inclusão pede atenção às necessidades de cada pessoa, acessibilidade e respeito à sua autonomia. Na vida familiar, esse cuidado encontra expressão na presença, na escuta e nos vínculos de amor.
Neurodiversidade e pertencimento
A reflexão sobre inclusão também acolhe a neurodiversidade: o respeito às diferentes formas de perceber, aprender, se comunicar e participar. O infinito multicolorido representa essa diversidade.
A experiência de Sóstenes com a CMT e o acolhimento de Arthur se encontram no compromisso familiar com o respeito às singularidades, a remoção de barreiras e o apoio às possibilidades de cada pessoa.
11 de outubro de 2026 · Experiência vivida
Uma história de cuidado, inclusão e pertencimento.
CMT, família, neurodiversidade e missão de vida em 20 cards. Um relato pessoal de Sóstenes Marchezine sobre o que nem sempre aparece nas fotografias.

Ler o texto completo do postA experiência com a CMT, os registros de cuidado e os vínculos familiares que inspiram uma missão de vida.
Hoje, 11 de outubro, Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física, compartilho uma parte da minha história que nem sempre aparece nas fotografias.
Eu sou uma pessoa com deficiência. Convivo com a doença de Charcot-Marie-Tooth, a CMT.
Por trás do advogado, dos eventos e da presença pública, existe uma experiência cotidiana que merece ser compreendida. Uma fotografia registra onde estive. Nem sempre revela o que aquele percurso exigiu.
Compreender o diagnóstico trouxe medo e desespero. Por um tempo, tentei deixar o assunto de lado. Depois, veio a decisão de compreender, aceitar, lutar e dar visibilidade.
Neste carrossel, compartilho registros do meu cuidado: o laudo de 2016, o relatório de 2018 e minha trajetória com a Rede SARAH. Eles guardam uma história de acompanhamento, necessidades e aprendizado.
O relatório de 2018 registra fraqueza muscular, alterações de sensibilidade, dor neuropática e dificuldades na marcha. Distâncias, terrenos, ritmo, pausas e apoios também fazem parte da conversa sobre acessibilidade.
Minha deficiência também está nas fotos em que trabalho, participo e sorrio.
Uma pessoa não precisa parecer estar sofrendo para merecer compreensão.
Com Natália e Arthur, a vida ganha seus significados mais profundos. Ser pai de Arthur renova meu aprendizado sobre escuta, acolhimento e respeito ao tempo de cada pessoa. A convivência com o autismo e a neurodiversidade amplia meu compromisso com o pertencimento.
Cada descoberta tem valor. Cada conquista carrega amor e esperança.
É dessa vida que nasce minha missão: transformar experiência em compromisso, defender direitos e contribuir para que mais pessoas tenham acesso, oportunidades e voz nas decisões.
Enfrentar o capacitismo começa em atitudes: ouvir antes de julgar, perguntar antes de decidir pelo outro e oferecer apoio respeitando a autonomia.
Hoje, abro essa parte da minha história com a esperança de que ela ajude alguém a se sentir compreendido — e inspire mais cuidado nas famílias, no trabalho e nas instituições.
Toda pessoa merece respeito. Toda história merece espaço.
Qual barreira podemos remover juntos?
#CMT #Acessibilidade #Inclusão #Neurodiversidade #CombateAoCapacitismo
Encontros e memórias em imagens
Antônio Duque: aniversário de 69 anos
Conferir publicação original no InstagramReconhecer e valorizar as mães
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Família · Gratidão · Maternidade
Celebrar as mães é reconhecer o cuidado, a presença e os vínculos que atravessam gerações. Esta referência selecionada por Sóstenes complementa a homenagem à memória de Márcia e o reconhecimento da maternidade na história familiar.
Na publicação de 9 de maio de 2026, próxima ao Dia das Mães, Sóstenes retoma o encerramento de uma conferência na OAB, ocorrido em 5 de maio, e a lembrança dos filhos pelos participantes, entre eles Arthur Carneiro Marchezine. A mensagem aproxima o cuidado familiar do compromisso com um futuro mais justo e acolhedor para as próximas gerações. A valorização das mães integra essa reflexão sobre presença, responsabilidade e legado.
Referência selecionada para a valorização das mães
Conferir publicação original no InstagramMárcia Maria Marchezine de Araújo Santos
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In memoriam · Amor que permanece

A maior incentivadora de sua formação em Direito e Justiça
Márcia foi a maior incentivadora da formação de Sóstenes Marchezine em Direito e de seu compromisso com a Justiça. Seu apoio, sua confiança e sua presença deram força à escolha do filho e acompanharam os passos de sua formação. Reconhecer esse incentivo é também reconhecer que a trajetória profissional nasceu de vínculos, valores e amor.
Na memória de Sóstenes, cada conquista carrega a gratidão à mãe: uma inspiração que permanece na advocacia, no cuidado com as pessoas e no sentido de responsabilidade que orienta sua atuação.
Mãe de Sóstenes Marchezine. Uma presença que o tempo não apaga e que continua a encontrar expressão na vida, nos vínculos e no caminho de seu filho.
Há um amor que antecede todas as conquistas. E há uma presença que continua a nos acompanhar, mesmo quando já não podemos abraçá-la.
A origem de uma trajetória
Antes do advogado, do articulador institucional, do empreendedor e do homem público, existe o filho. Antes dos projetos, das responsabilidades e dos espaços conquistados, existe a história vivida em família. É nesse lugar primeiro, íntimo e insubstituível, que esta homenagem reconhece Márcia: mãe, raiz e parte essencial da identidade de Sóstenes.
Uma trajetória pode ser apresentada por datas, cargos e realizações. Sua dimensão mais profunda, porém, também se revela nos afetos que a sustentam. O nome de Márcia pertence a essa dimensão: à memória que acompanha o filho e ao amor que segue dando sentido ao percurso.
O caráter como legado
A formação de uma pessoa ultrapassa diplomas e experiências profissionais. Ela também nasce das relações em que aprendemos a cuidar, a assumir responsabilidades, a respeitar o outro e a encontrar coragem para seguir. Ao homenagear sua mãe, Sóstenes reserva a ela um lugar nessa história de formação humana.
Esta é uma homenagem ao que permanece: o vínculo entre mãe e filho, a importância da família e a lembrança de que qualquer conquista ganha outro significado quando reconhece suas raízes. A memória de Márcia convida a olhar para o caráter como o patrimônio mais íntimo de uma vida.
Do filho ao profissional, sem perder as raízes
Na vida pessoal, profissional, empresarial e institucional de Sóstenes, esta homenagem faz uma escolha de sentido: reconhecer que o percurso público não se separa da história humana de quem o constrói. O cuidado com as pessoas, a responsabilidade nas decisões e o valor dos compromissos encontram, aqui, uma expressão de gratidão à mãe.
Não é preciso atribuir a Márcia um cargo para reconhecer a grandeza de seu lugar. Seu nome ocupa uma posição que nenhum título substitui: o de mãe. É desse vínculo que esta página fala, com respeito, saudade e amor.
Uma presença entre gerações
Hoje, ao lado de Natália e na experiência de ser pai de Arthur, Sóstenes dá continuidade à história da família. A memória de sua mãe integra essa continuidade: uma geração permanece na seguinte pelas lembranças que são guardadas, pelos nomes que são pronunciados e pelo amor que se aprende a oferecer.
A saudade não encerra a relação. Ela transforma a forma da presença. Márcia permanece no espaço que seu filho lhe dedica, na memória familiar e no gesto de reconhecer, publicamente, a importância de sua vida.
Mãe, esta homenagem é um abraço em palavras. Um lugar para a saudade, uma expressão de gratidão e uma forma de dizer que o seu nome continua unido à minha história. Com amor, seu filho, Sóstenes.
À memória de Márcia Maria Marchezine de Araújo Santos, com o carinho de sua família. Que este espaço preserve o que nenhuma distância desfaz: o pertencimento, a gratidão e o amor de um filho por sua mãe.
Sóstenes: força e pertencimento
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Nome · Origem grega · Referência bíblica
Sóstenes é um nome de origem grega, escrito Σωσθένης (Sōsthénēs). Sua formação associa a ideia de segurança ou preservação à de força. É tradicionalmente interpretado como “seguro em força” ou “de força preservada”.
Na leitura simbólica desta história familiar, o nome evoca firmeza, proteção e continuidade: uma força que se expressa também no cuidado, na presença e nos vínculos entre gerações.
Um nome bíblico: 1 Coríntios 1:1
O nome aparece na abertura da Primeira Carta aos Coríntios. Na saudação, Paulo apresenta Sóstenes como irmão, associando-o ao envio da carta à comunidade de Corinto.
“e o irmão Sóstenes”1 Coríntios 1:1 — Almeida Revista e Corrigida
Essa presença no Novo Testamento torna Sóstenes um nome bíblico, embora sua origem linguística seja grega. Para esta página, a referência oferece uma leitura de fraternidade, fé e vida em comunidade.
O brasão da família Marchezine
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Memória familiar · Cultura italiana · Heráldica

Uma leitura dos elementos
O escudo apresenta uma balança dourada sobre campo vermelho, símbolo que, nesta leitura contemporânea do brasão familiar, se vincula ao Direito e à Justiça. No alto, uma faixa dourada é interrompida por um campo azul com uma estrela dourada de seis pontas. Acima do escudo, o elmo e a coroa se integram aos ornamentos em vermelho, ouro, prata e preto.
A balança expressa a busca de equilíbrio e imparcialidade na apreciação dos fatos, a ponderação de direitos e deveres e a responsabilidade de decidir com fundamento. Sua presença aproxima a identidade familiar do compromisso com o Direito, a Justiça e a defesa da dignidade humana, em diálogo com a trajetória de Sóstenes na advocacia e na construção institucional.
A estrela pode ser lida como orientação e horizonte; o escudo reúne identidade e proteção. Essa interpretação contemporânea conecta memória familiar e valores jurídicos, preservando a distinção entre essa leitura e os significados históricos documentados da composição.
A perspectiva italiana
Na tradição italiana, o brasão — stemma — reúne sinais de identificação e memória de uma família ou linhagem. O escudo, suas cores e figuras são descritos pelo blasone, a linguagem própria da heráldica; sua interpretação histórica depende da região, da época e dos documentos que registram seu uso.
A memória da família conecta o brasão aos antepassados, às localidades de origem e às formas históricas do sobrenome. Conforme o histórico familiar informado, Marchesini e Marchezine são variantes de uma mesma família: grafias que se modificaram ao longo dos registros cartoriais, dos sistemas administrativos e dos processos migratórios.
Repertórios italianos registram o sobrenome Marchesini, com referências a famílias de Vicenza e de Legnano. Esses registros integram o contexto das raízes italianas e das variantes do nome preservadas na história da família Marchezine.
Identidade, continuidade e memória
Na perspectiva cultural, a preservação de um brasão familiar aproxima imagem e narrativa: o símbolo pode acompanhar a transmissão de lembranças, o reconhecimento dos antepassados e o pertencimento entre gerações. A imagem aqui apresentada é o símbolo fornecido pela família; sua história também se preserva nos documentos de origem e nas memórias transmitidas entre gerações.
Brasileiro nato, de origem familiar italiana.
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Brasil · Raízes italianas
A identidade de Sóstenes Marchezine reúne seu nascimento no Brasil e suas raízes familiares italianas. O pertencimento brasileiro e a memória da família Marchezine se encontram em uma trajetória que preserva suas origens e constrói vínculos entre gerações.
Baiano, brasiliense, brasileiro e “italiano”: uma identidade que reúne nascimento, pertencimento e raízes familiares. Nascido em Salvador, Bahia, em 7 de abril de 1989, Sóstenes é brasileiro nato e Cidadão Honorário de Brasília, capital federal do Brasil. Sua origem familiar italiana integra esse percurso como herança cultural, memória e vínculo entre gerações.
















